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28/03/15

"DC Comics - 80 Anos" (Parte 2): A Era de Prata....

O "Submundo" Apresenta.... A 2º parte da matéria especial produzida por Nano Falcão (colaborador do blog): A DC Comics comemora 80 ANOS de sua 1º revista nas bancas (em Fevereiro de 1935), e depois da "Era de Ouro", agora é a vez de revisitarmos a gloriosa: "ERA de PRATA"!!!

Uma época inesquecível.... Na qual os super-heróis da DC já estavam melhor estabelecidos e vivendo aventuras que já se estendiam por outras realidades paralelas. Uma verdadeira viagem no tempo e um documento histórico dos quadrinhos!!!

Confira abaixo.... (E não percam - Em breve: A "Era de Bronze", e a "Era Moderna"):

DC COMICS: 80 ANOS DA EDITORA QUE DEFINIU OS QUADRINHOS NORTE-AMERICANOS PARTE DOIS: A ERA DE PRATA
Não só Boy Commandos como os super-heróis em geral sofreram violenta queda de vendas após o fim da Segunda Guerra. Os heróis haviam se alistado durante o conflito, mas não foram tão bem recepcionados quanto os soldados que voltaram para casa. Um a um foram sendo cancelados e sumindo das antologias. No final dos anos 40, a All American Comics virou a All American Western, a All Star Comics se transformaria na All Star Western, a Sensation Comics se transformou em Sensation Mystery, e a Star Spangled Comics em Star Spangled War Stories. Não se sabe ao certo porque de repente super-heróis não eram mais legais para os leitores. Talvez eles tivessem crescido, e quisessem histórias mais maduras, razão esta que outros gêneros acabariam despontando a partir de 1947, como as revistas de romance, faroeste, guerra, ficção científica e as famigeradas publicações de crime e terror. As crianças pequenas por sua vez pareciam preferir gibis com animais falantes, crianças e adolescentes peraltas.

A DC soube se adaptar (e antecipar) muito bem o fenômeno e continuou a ser a maior editora de quadrinhos dos Estados Unidos, diversificando toda sua linha de gibis, mas também publicando os únicos três super-heróis que continuaram vendendo mesmo após a moda inicial ter passado: Superman, Batman e Mulher-Maravilha.  A culpa era toda do filho do nosso velho conhecido, Max Gaines. Em 1946, Gaines cansado de ser aporrinhado por Harry Donenfeld vendeu sua parte na sociedade da All American Publications, e com a grana abriu sua própria editora, a Educational Comics (EC). Donenfeld então fundiu as três editoras que era proprietário, a National Allied Publications, a Detective Comics Inc e a All-American Publications na poderosa National Periodics, tendo seu contador Jack Liebowitz como sócio. Para os leitores saberem que se tratava ainda da mesma editora de Batman e Superman, nas capas vinha um aviso: “Uma publicação DC”, isto é, da outrora chamada Detective Comics Inc. Max acabou morrendo num acidente de barco em 1948, e de repente seu filho, o professor William “Bill” Gaines se viu a frente de uma editora num ramo que até então era comandado por velhos conservadores que viam os quadrinhos como brinquedos descartáveis. O ousado jovem resolveu apostar em histórias mais sofisticadas e maduras, atraindo os melhores artistas do mercado (pagando melhor que as outras editoras), e lançando um punhado de revistas bem-sucedidas de ficção científica, humor, guerra, crime e terror. 

O principal carro-chefe da firma era a revista Cripta do Terror (Tales from the Crypt), que em determinado momento se tornou o gibi mais vendido dos Estados Unidos. Outro sucesso bombástico foi a revista de humor MAD, que virou uma coqueluche entre adolescentes e universitários.A DC não ficou alheia a fórmula, e lançou também a sua House of Mystery, em 1950, seguida por sua co-irmã, a House of Secrets, e outras revistas do gênero como a Tales to Unexpected e a Witching Hour. Alguns personagens da DC nasceram como “hosts”, isto é, apresentadores destas antologias de contos, como no caso de Cain (house of mystery), Abel (house of secrets), Eva (Secrets of Sinister House), Madame Xanadu (Doorway to nightmare) e o Vingador Fantasma (que estreou em sua própria e efêmera revista, em 1952). O problema é que não só a DC, mas dezenas de outras editoras foram atrás da tendência, e em busca de leitores, foram ficando cada vez mais apelativas e sensacionalistas. Como consequência elas acabaram chamando a atenção das autoridades, principalmente de educadores e políticos conservadores. Nos anos 50, os Estados Unidos pela primeira vez lidava com o conceito de “rebeldia juvenil” e menores marginais. E muitos tentavam explicar o fenômeno.

Então da mesma forma que hoje alguns culpam os videogames, um psicólogo reacionário chamado Frederic Wertham chegou a conclusão, após entrevistar garotos que atendia nos reformatórios juvenis, de que os quadrinhos influenciavam os jovens à marginalidade. De repente pais, religiosos, e políticos conservadores estavam organizando fogueiras para queimarem gibis. O assunto chegou ao congresso norte-americano, onde foi criada uma comissão dentro do Comitê que investigava “Atividades Anti-Americanas” para investigar os quadrinhos. Com medo que devido a pressão pública os gibis fossem proibidos, os editores resolveram se organizar e garantir ao congresso que eles doravante só publicariam “conteúdo sadio” para as crianças norte-americanas. Para garantir isso criariam um “código de ética” e cada editora indicaria um membro para o “conselho de ética dos quadrinhos”, que leria cada publicação antes dela ir pra gráfica. 

Os gibis aprovados ganhariam um selo do comics code, que era a garantia para os pais que aquela leitura era inofensiva para as crianças. Os gibis sem o comics code acabariam sendo boicotados por distribuidores e revendedores, e assim não teriam como ser vendidos. Era o fim da era de ouro das histórias em quadrinhos de terror. Marginalizados e estigmatizados como leitura ruim, de baixo nível, e perigosa, as vendas das revistas em quadrinhos caíram vertiginosamente. Diversas editoras quebraram. A grande sorte da DC era ainda ter o Superman, que acabara de ganhar um seriado de TV que garantia gordos royalties a editora. Eles aproveitaram o momento pra comprar o espólio de muitas editoras que faliam, como a Quality, lar dos Falcões Negros e do até então popular Homem-Borracha. Em vista da queda das vendas, a Fawcett, que respondia um processo sobre a acusação que plagiara o Superman ao publicar o Capitão Marvel, fez um acordo dando todo o seu espólio para a National Periodics como indenização.

No entanto, o comics code tirou toda a graça das histórias de guerra e faroeste que eram então muito populares. Não podia ser mostrado sangue. Os cowboys agora miravam apenas para desarmar os bandidos. Histórias de ficção científica não podiam ser mais assustadoras e nem ter tom abertamente político como antes. Assim como acontecera com o terror e o crime, embora não estivessem proibidas, a febre destas revistas como campeões de venda também passara. Era preciso mudar o disco. De novo. 

O PRIMEIRO REBOOT DA DC
No ano de 1956 muita gente acreditava que o futuro das histórias em quadrinhos era um negócio incerto. Muitas editoras faliram, muitos profissionais abandonaram o ramo, pois ser autor de quadrinhos equivalia quase a ser um marginal na conservadora sociedade dos anos 50 – Uma destas editoras que quase fechou as portas em 1957, aliás, foi a Atlas, isto mesmo, aquela que se tornaria a poderosa Marvel. Mas o homem que segundo muitos historiadores salvou o mercado de quadrinhos norte-americanos começaria a agir em 1956. Seu nome era JULIUS SCHWARTZ, e ele é provavelmente um dos editores mais importantes que já surgiu nas comics americanas. Egresso do extinto mercado de pulp magazines de ficção científica, Schwartz conseguiu trazer alguns escritores dessas publicações literárias para o combalido mercado de gibis. Mas seu grande feito foi trazer novamente os super-heróis a moda. Tudo começou com o lançamento da revista Showcase (em inglês, Vitrine), uma publicação onde novas séries eram apresentadas. Se as edições em que elas apareciam vendessem bem, elas poderiam ganhar revista própria. Além de lançar novas séries, Schwartz decidiu tentar reaproveitar e relançar velhas marcas esquecidas da DC, como os heróis da Era de Ouro. Um dos seus personagens preferidos era justamente o Flash. Só que ao invés de relançar o mesmo personagem, Schwartz decidiu que só deveria ser aproveitado o nome e o poder do personagem. O resto deveria ser modernizado, como um uniforme mais atraente, uma origem mais crível (para a época), nova identidade secreta que pudesse se conectar aos leitores, e nova motivação.

O surgimento de Barry Allen, o novo Flash também assinala o início do processo de humanização dos super-heróis. Logo em sua primeira aparição em Showcase nº 04, Barry é visto lendo um gibi no laboratório. E um gibi do Flash (da era de ouro)! Ficava ali estabelecido que o primeiro Flash era um personagem ficcional. Quando ganha seus poderes num acidente envolvendo um relâmpago e um banho de variados produtos químicos, é no seu herói dos quadrinhos que Allen busca inspiração pra se chamar de Flash. A motivação é igualmente simples: Barry Allen é um cientista da polícia. Ele já combatia o crime muito antes de ganhar os seus poderes, apesar de sofrer bullying de seus colegas que não o consideravam um policial de verdade, mas um rato de laboratório. Com os superpoderes adquiridos, ele poderá fazer o que sempre intimamente quis. O novo Flash imediatamente cairia na graça dos leitores, e logo a revista do Flash voltaria a ser publicada a partir do número 105, agora trazendo as aventuras de Barry Allen, após nove anos de cancelamento! 

Mas os super-heróis não voltaram a moda imediatamente. Em 1957, ainda experimentando um regresso ao gênero, a dupla Joe Simon e Jack Kirby apresentaria sua última grande criação a DC: OS DESAFIADORES DO DESCONHECIDO. Eles não tinham poderes, nem fantasias muito coloridas (mas macacões roxos), assim não poderiam ser considerados super-heróis, mas flertavam bastante com o gênero. Quatro aventureiros, cada um deles especialista em determinado campo, sobrevivem a uma queda de avião, e decidem que ganharam um tempo extra de vida por terem escapado da morte certa de forma inexplicável. Esse tempo será destinado a ajudar o mundo investigando fenômenos inexplicáveis e ameaças fantásticas.  Suas identidades eram públicas, e eles nem usavam cognomes. Se o conceito parece familiar aos leitores veteranos de quadrinhos, não é por acaso que Jack Kirby é co-criador daquela OUTRA equipe.

Falando nestes personagens, em 1960, na revista do Flash, o herói ganharia um coadjuvante que seria o mais inusitado dos detetives: Ralph Dibny era um herói que adquirira o poder de esticar o próprio corpo ao ingerir o suco de uma misteriosa planta encontrada somente em certa ilha do pacífico. Apesar de inicialmente usar máscara, breve a identidade do Homem-Elástico não era só publicamente conhecida, como ele e sua esposa a autora de livros policiais Susan Dibny – que ele chamava de Sue – logo se tornaram um casal de celebridades. Parece familiar?

A Showcase e a Brave and the Bold, outra antologia lançada logo depois, apresentaram ao mundo Adam Strange, Rip Hunter, Príncipe Viking, Cavaleiro Silencioso, Homens Metálicos, Demônios do Mar, Esquadrão Suicida, Anthro, Ranger Espacial, entre outros caracteres inéditos. Mas apesar dos novos personagens, Schwartz logo perceberia que o que mais fazia sucesso era recuperar as antigas grandes personagens da DC. Por isso o próximo da lista obviamente só podia ser o Lanterna Verde. Como a ficção científica estava em alta nos anos 50, na nova versão o personagem teria seus poderes baseados na “ciência” e não na magia como o anterior.

Ele seria o piloto de testes (uma profissão arrojada, ligada a indústria armamentista, e assim ela mesma fornecendo temas para as histórias quando os vilões atacassem a Fenris Aeronáutica) Hal Jordan, convocado para compor a Tropa dos Lanternas Verdes, uma espécie de polícia intergaláctica, cuja única arma era um poderoso anel alimentado por baterias energéticas na forma de lanternas. O novo uniforme desenvolvido por Gil Kane atendia as necessidades estéticas da época e foi bastante popular por muito tempo. Assim como o Flash, após poucas aparições na Showcase, este Lanterna Verde também ganharia revista própria. E assim se sucederiam outros, como um novo Átomo (que foi chamado aqui no Brasil de Elektron) e um novo Gavião Negro (que era agora um policial alienígena do planeta Tanaghar). 

Nem os super-heróis ainda publicados escapariam de uma revisão. Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Arqueiro Verde e Aquaman teriam suas origens revisadas, e suas equipes artísticas reformuladas, trazendo um novo tom para as histórias.  A mudança mais radical seria no Aquaman, que antes era um humano que ganhara a capacidade de respirar debaixo da água, agora se tornaria um príncipe atlante, filho de um humano com uma princesa da Atlântida – origem bem parecida com a de Namor, o príncipe submarino, que na época estava no “limbo” dos quadrinhos e ninguém suspeitava que pudesse sair de lá. Superman por sua vez deixaria de ser o último filho de Krypton, e ganharia a companhia de sua prima SuperGirl, bem como dos criminosos da Zona Fantasma (dos quais o General Zod era somente o mais famoso), e a cidade engarrafada de Kandor, que havia sido encolhida por Brainiac um dos novos vilões que o homem de aço ganhou neste período. Já nas histórias do Superboy, sua versão adolescente, seria apresentada a Legião dos Super-Heróis, uma super-equipe de adolescentes do futuro que de coadjuvantes nas histórias acabariam ganhando série própria e se tornariam muito populares nos anos 60 e 70.

Tentando afastar as acusações de homossexualismo de Batman e Robin feitas por Wertham, os editores introduziriam uma Batwoman e uma BatGirl (que não era Barbara Gordon!) para flertar com ambos, bem como transformaram as bat-histórias em algo bem família, com direito a um bat-cão (!) e até uma bat-versão de Mxpltz, o duende da quinta dimensão Batmirim. Velhos vilões esquecidos da Mulher-Maravilha voltaram como se aparecessem pela primeira vez, com origens reformuladas. A arte da revista também ficou mais refinada, graças a um novo desenhista que se tornaria uma das lendas da indústria, chamado Ross Andru. 

No entanto, o grande sucesso da DC viria mesmo da reativação do conceito de super-equipe surgido com a Sociedade da Justiça. Só que agora eles se chamariam Liga da Justiça, e Superman e Batman podiam fazer parte. Após três aparições na revista Brave and the Bold, a equipe ganhou revista própria que logo se tornou no gibi mais vendido dos Estados Unidos. Não era pra menos já que o título reunia os sete heróis mais populares da DC naquele momento (Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Flash, Lanterna Verde, Aquaman e o Caçador de Marte). Foi por conta do sucesso desse gibi que o co-proprietário da DC, Jack Liebowitz, ao jogar golfe com seu amigo dono da Marvel Comics, Martin Goodman, gabou-se da Liga da Justiça. Martin voltou para seu escritório e disse para Stan Lee criar “coisa parecida”. Por isso Julius Schwartz podia se gabar não só de ter salvado a DC, como indiretamente ter sido responsável por toda a criação do universo Marvel!

Assim, discretamente, a DC fez o que mais tarde seria chamado de “reboot” pelos leitores. Apesar de obviamente não haver a polêmica dos dias de hoje, logo começaram a aparecer cartas questionando o destino dos heróis originais da Era de Ouro. Mas como havia sido estabelecido nas histórias do novo Flash, Jay Garrick era um personagem “fictício”, então como fazer? A solução veio com a história “Flash de Dois Mundos”, em que o escritor Gardner Fox cria o conceito de Terras paralelas. Ao vibrar numa frequência diferente, Barry Allen chega ao que chama de “Terra-2”, onde vive o Flash Original Jay Garrick, que envelhecera normalmente (isto é, duas décadas haviam se passado desde que ganhara seus poderes). Allen então comenta que o escritor Gardner Fox (isto mesmo, o autor se autocitou na história), dizia que sonhava com estas aventuras. De alguma forma as aventuras de Jay Garrick, que eram reais afinal de contas, apareciam na mente dos criadores de quadrinhos da sua terra! (Doravante chamada de Terra-1). 

E se Jay Garrick existia e era residente de uma outra Terra, logo outros personagens da Era de Ouro deviam viver lá! A conclusão inevitável veio em outro clássico da Era de Prata, “Crise na Terra-2”, com o primeiro encontro entre a Liga da Justiça e a Sociedade da Justiça da América. O sucesso foi tal que por quase vinte anos, todos os verões, aconteceria nas páginas do gibi da Liga o encontro entre as duas equipes de mundos diferentes – e sempre com histórias intituladas “Crise na Terra Tal”. Lá seriam apresentados outros mundos como a Terra 3 (onde versões malignas dos super-heróis da Terra-1 viviam), a Terra 6 (onde tinham ido parar os herói esquecidos da Quality como Tio Sam e os Combatentes da Liberdade), etc.

Quando a DC adquiria o espólio de outras editoras, uma das saídas era situá-los num universo próprio, para explicar porque até então nunca haviam se encontrado com os demais heróis da DC. E assim o Capitão Marvel e os personagens da Fawcet, quando foram relançados em 1970, viriam a habitar a Terra-S, e os da Charlton (Capitão Atomo, Besouro Azul, O Questão, etc), a Terra-X.Não só a Sociedade, mas também as versões originais (e mais velhas) de Superman, Batman e Mulher-Maravilha acabariam aparecendo como residentes da Terra-2. Ficava assim confirmado que os personagens atuais na verdade eram reformulações, e que em dado momento havia acontecido um reboot no universo principal.   

Até+ 

PS: O "Submundo" agradece ao Nano Falcão por mais esta MEGA-colaboração especial.... E voltaremos em breve com esta viagem no tempo pelos 80 Anos da DC com as 2 últimas partes desta postagem: "A Era de Bronze" e a "Era Moderna")!!!

26/03/15

"Guerras Secretas": A Clássica Mega-Saga Anos 80 da Marvel....

As "Guerras Secretas" estão de volta à mídia e às bancas.... Na mídia, porque o NOME da saga clássica é o mesmo reutilizado pela Marvel em um evento que promete abalar as estruturas da editora nos EUA. E nas bancas, porque a SALVAT relançou esse material em 2 edições da sua coleção (capa-preta)!!!

Nesta matéria especial (feita com a ajuda de 2 colaboradores do blog: "Cesar Leal" e "SEMI").... Falaremos apenas da versão clássica (que marcou os anos 80): Capas, curiosidades, influência para a cronologia, e até os bonecos (figuras de ação) gerados a partir desta mega-saga em 12 edições!!!

Confira abaixo.... Esse quebra-pau geral:

24/03/15

"Valiant" (HQM): Revistas Mensais São Canceladas e a Linha Retorna em Encadernados...

A Editora HQM divulgou em sua pág. do Facebook.... O CANCELAMENTO das revistas mensais da linha Valiant no Brasil: "X-O Manowar" e "Universo Valiant"!!!

Porém, a HQM irá relançar as principais séries em encadernados (oferecendo descontos de até 40% pra quem acompanhava as revistas mensais). O fato levanta novamente a questão: Até que ponto o mercado nacional comporta uma quantidade excessiva de novos títulos e coleções surgindo a todo momento nas bancas? Mesmo com uma qualidade acima da média das demais revistas de super-heróis, a Valiant não se manteve no formato de revista mensal (e parte agora para os encadernados)!!! 

Confira abaixo o texto integral da HQM (explicando as mudanças):

Dissecando "Do Inferno": Debate Sobre a Obra-Prima de Alan Moore em SP....

AVISO aos leitores do "Submundo".... Principalmente aos que moram em SP (ou que estiverem perto da capital e puderem conferir): No próximo DIA 26 (Março) vai rolar um debate sobre a obra de Alan Moore: "Do Inferno" (Reunindo 3 psiquiatras na Livraria Martins Fontes)!!!

20/03/15

Drops de Notícias (Parte 2): "Creepy 3", "Astro City", "Homem-Animal", "Hellblazer 4", e Mais...

Na 2º Parte deste "Drops de Notícias" TURBINADO.... Mais uma dúzia de lançamentos bem variados pra todos os tipos de público. Do terror clássico às tiras de humor, dos super-heróis mais tradicionais às novas e modernizadas versões dos mitos. E de quebra: A versão protótipo em quadrinhos do que "poderia ter sido" a série: "Star Wars" (baseada nos conceitos originais de George Lucas):

"Creepy 3 - Contos Clássicos de Terror", "Astro City", "Homem-Animal" (de Grant Morrison), "Hellblazer 4", "Fábulas 20", "Sin City - Noite da Vingança", "Injustiça 3", "The Star Wars - Guerra Nas Estrelas", "Miracleman 4", "Juíz Dredd 20", "O Livro de Ouro de Hagar - O Horrível", e uma DOSE TRIPLA de Salvat (capa-vermelha): "Homem-Aranha", "Wolverine", e "Hulk"!!!

Confira abaixo:

18/03/15

Drops de Notícias (Parte 1): "Guardiões da Galáxia", "Odisséia Cósmica", "Cavaleiro da Lua", e Mais...

Um "Drops de Notícias" TURBINADO (dividido em 2 postagens e mais extenso que o normal).... Pra tentar cobrir (pelo menos uma parte) da enxurrada de lançamentos anunciados: tem gibi pra todos os públicos, gostos, e bolsos:

"Guardiões da Galáxia" (Nova Revista Mensal), "Cavaleiro da Lua" (Bendis), "Odisséia Cósmica", "Superman - À Prova de Balas" (Morrison), "Crise Infinita - Ed. Definitiva", "Demolidor - Revelado" (Bendis), "Eu, Zumbi" (Vertigo), "Conan - Sombras de Ferro ao Luar", "Kingsman - Serviço Secreto", "Homem-Máquina" (Barry Windsor-Smith), "Ultimate Marvel - Cataclismo", "Devorador de Mundos", "Os 80 Anos do Pato Donald", e "A Saga do Tio Patinhas"!!!

Confira abaixo (e não perca a 2º PARTE desta matéria com MAIS lançamentos):

16/03/15

"Batman" (de Jim Aparo): Matéria Completa Com os 4 Primeiros Vol. da Coleção....

A Coleção: "Batman - Lendas do Cavaleiro das Trevas".... Depois de 2 edições dedicadas à Alan Davis, apresenta agora a fase desenhada por Jim Aparo!!!

Serão 4 Vol. (pra começar) com material tirado da revista: "Brave And The Bold" (O "Bravo e o Audaz") que trazia crossovers de "Batman" com algum herói (ou vilão) convidado: "Arqueiro Verde", "Canário Negro", "Coringa", "Metamorfo", "Vingador Fantasma", entre outros!!!

Confira abaixo o conteúdo completo (e as CAPAS) das 4 primeiras edições:

12/03/15

Papo de Gibi: "Star Wars", "Demolidor", "Rei Conan", e DOSE TRIPLA de Warren Ellis nas Bancas....

"Papo de Gibi".... A coluna do "Submundo" feita só com notícias requentadas de minhas navegações (pessoais) na internet, está de volta com mais um monte de variedades tiradas do Face (sobre quadrinhos, é claro)!!!

E entre elas: "Star Wars 12" (com o FINAL da fase clássica na Planeta DeAgostini), "Demolidor" (Netflix), DOSE TRIPLA de Warren Ellis ("Stormwatch", "Ministério do Espaço", "Cidade Selvagem"), "Batman Eterno 4", "Rei Conan - A Cidadela Escarlate", "CAT-MAN" (O "Homem-Gato"), Uma NOVA Coleção de Miniaturas nas Bancas: "TINTIM", e uma impressionante "Mulher-Invisível" (customizada)!!!

Confira tudo isso (logo abaixo):
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