Teorema Grupo de Estudos

21/12/2016

Relatório da "CCXP 2016": Matéria Especial (de César Leal)...


Completei minha trilogia da CCXP. Todo mundo sabia que, apesar de dizerem que estavam certas somente três edições do evento, haveriam outras, o sucesso gerou dividendos e 2017 já está marcado. Mas mesmo assim fiz o possível para ir nessas três primeiras edições que eram “as únicas com certeza de acontecerem”.

E a convenção realmente se modificou nessa terceira empreitada, ao utilizarem não apenas o espaço antigo do Centro de Exposições mas a parte nova também, que ainda estava sendo construída nos anos anteriores. Isso resultou em mais espaço, mais estandes e principalmente corredores mais espaçosos para as hordas de fãs se espalharem no evento. A CCXP estampou em todo o espaço faixas dizendo ser a maior Comic-Con do mundo (em extensão ao menos, mas nos outros aspectos estamos entre as cinco maiores com certeza).

Confira abaixo a matéria completa:

O problema do pessoal de apoio, que eram voluntários na primeira edição, mas cujo esquema de trabalho gratuito foi barrado pela justiça no ano passado foi contornado com uma parceria com a faculdade São Judas que permitiu o apoio de voluntários dentro das regras legais. Todos bem atenciosos e eficientes mesmo que sem a animação excessiva dos voluntários da primeira edição. Alguma confusão na entrada ainda, espera de mais de uma hora para entrar no primeiro dia, mas com menos gritaria do que anteriormente. Muito estantes visivelmente maiores e ocupando mais espaço como o da Comix e Netflix. Outros com exatamente o mesmo visual dos anos anteriores como a Eaglemoss em que quase nada foi alterado. E alguns que realmente dei pela falta como da editora Aleph que foi muito legal no ano anterior com sua visão da cantina de Mos Eisley e convidados internacionais como o escritor Timothy Zhan mas que se estavam na área realmente escaparam de minhas vistas. Algumas surpresas como o estande da Gilette com barbeiros dando um “trato” nos fãs que compareceram por lá. Além do estande da FOX do filme "Assassin's Creed" onde podia se lançar de costas no ar do alto de uma torre para cair num colchão de ar… um verdadeiro “salto de fé”.

O estande da MSP estava lindo com direito a fila para foto no trono de coelhos de pelúcia da Mônica e uma área e vídeos e bancos para a criançada descansar. O ótimo espaço da Nickelodion com sua loja e apresentações do Bob Esponja e Patrick convenientemente localizado ao lado de uma das várias praças de alimentação foi bem visitado pelas crianças e pais. Organizados como sempre os da Chiaroescuro, Panini e da Hotwheels, com um carro customizado e uma exposição dos lançamentos para o ano que vem, mas nada se comparava emoção logo na entrada do evento com o estande da HBO com um modelo dos androides de "Westworld" sendo produzidos e do seu lado o sempre concorrido estande da Iron Studios e sua fila para adquirir as peças exclusivas do evento. Uma zona toda dedicada aos Mangás tinha uma exposição das armaduras das doze casas dos "Cavaleiros do Zodíaco" e foi muito disputada.

Uma área de food trucks onde antes eram as entradas para os auditórios aumentavam as opções de lanches oferecidos e no meio dos caminhões de comida uma surpresa, uma carroceria com um mini museu do Airton Senna com peças em exposição chamava atenção… Além disso, um palco com bandas ao vivo de rock fazia uns pocket shows com a cara do evento. Mas era quinta feira, estava sozinho, o que não aconteceria no dia seguinte, e tinha que adiantar alguns autógrafos que desejava… Frank Miller foi muito mais organizado esse ano, no lugar do caos anunciado que foi a fila para ele em 2015, já que limita seu atendimento a quarenta minutos diários devido a suas condições físicas, eles fizeram no esquema “meet and greet” dos atores, com vendas das senhas para autógrafos, a renda toda revertida para uma entidade de caridade no Brasil a pedido do próprio Miller. Mas uma coisa é ser organizado outra é atender a demanda. As senhas do mestre acabaram com 4 minutos de venda no site, mas como já tinha o meu devido a uma sequência de fatores do ano passado, não estava chateado com a chance perdida!

Simon Bisley impressionava... uma figura gigante que ao tirar fotos de pé fazia os fãs se sentirem muiiitttooo pequenos mas que esbanjava simpatia, haviam na minha frente dois guris de uns 13 anos que ficaram namorando os prints do cara e que não falavam muito bem o inglês, no momento ele estava sem qualquer interprete, e respondeu aos rapazes quando eles perguntaram:
“Quanto é:”
“Xinquoenta” (num português muito arrastado)
“Dólares?”
“No, No, your currency… Reiais...”
Os garotos ficaram ainda olhando… e o desenhista questionou…
“Too Expensive for you guys? “( muito caro para vocês?)
Daí ele pega um print do Lobo e um do Juiz Dredd e autografa cada um e os meninos sem jeito pegam as carteiras para contar as notas, talvez pensando que o lanche já estava prejudicado...
“No, no… Is a gift… Un Regallo” (na tentativa de falar que era um presente saiu até em espanhol).
Bisley faz um sinal de silêncio com o dedo na boca e pisca para os meninos que saem felizes da vida… Com certeza serão fãs muito agradecidos ao desenhista inglês…
Yanick Paquette, Jae Lee, Eduardo Risso, Paul Pope e Ariel Olivetti. Todos solícitos e bem humorados… Azzarello disputadissímo… Mas faltava aquele que era a cereja do bolo na minha visão… Alan Davis.

Davis é um desenhista da velha guarda que ao contrário de George Pérez ou John Byrne não tem uma queda no trabalho com o passar dos anos, sendo na minha visão tão bom quanto sempre foi. Queria muito comprar um print dele e conseguir autografar minha "Excalibur" Graphic Novel da Editora Globo. Ele havia saído para almoçar com um bilhete dizendo que voltaria em uma hora e faltavam apenas 10 minutos. Já haviam duas pessoas na área à espera do desenhista e acabei ficando por lá. A menina de apoio do evento chegou e disse que o agente dele não queria filas. (Não queria filas? Numa comic con)? O cara que estava no primeiro lugar disse que não era uma fila, mas várias pessoas que estavam conversando. (Oras, não sei o motivo do agente dele estar com essa prevenção, na verdade nenhum dos profissionais que vi nessa ou nas outras edições do evento foram acompanhados de seus agentes, mas enfim…)! Enquanto esperávamos passou um cara dizendo que tinha desistido do autógrafo de Davis já que o agente dele não queria filas de fãs, mas apenas de pessoas que queriam comprar os desenhos feitos pelo artista (somente de rosto sem possibilidade de corpo) ao preço de 150 reais, e mais 150 se quisessem a arte finalizada pelo parceiro Mark Farmer (também convidado).

Bem entendo que o artista (e seu agente por tabela) queiram vender sua arte, afinal é o ganha pão do homem, mas não é somente por isso que os fãs vão a convenções de quadrinhos, tinham os prints (cobrado a 50 reais por peça) e os autógrafos a se considerar. Na 1º edição da CCXP, Klaus Janson organizou 2 filas, uma para autógrafos e outra para comissions, ele fazia um desenho e atendia dois fãs de assinaturas em revezamento e ninguém reclamava. Nesse meio tempo, passou uns 15 minutos do horário e a “fila que não era fila” já tinha umas 20 a 30 pessoas. Então o tal agente chegou. Sei que a primeira impressão é a que fica. Meu avô dizia sempre: “nunca se tem uma 2º chance de causar uma primeira boa impressão”. Mas me parece que algumas pessoas não pensam assim. Chegou meio falando - meio gritando com a menina de apoio questionando que fila era aquela. Sem dar tempo para a garota responder já foi “tangendo” o pessoal com “vamos circulando”; “Alan Davis não quer filas”. Então vira para o 1º da fila e pergunta em inglês: “O que você está fazendo aqui? Já mandei ir embora”. A resposta foi simples: “Eu não quero ir. Vou ficar aqui.”

No momento, lembrei de uma situação semelhante na 1º CCXP com o Don Rosa, mas naquela ocasião foi a total falta de educação dos fãs para com o mestre que me causou desconforto, o oposto  do que se viu nesta ocasião (às vezes acho que sou eu quem faz questão de estar presente nessas situações ou elas me perseguem, sei lá). O agente continuou: “Alan Davis não quer isso, ele não quer que vocês percam tempo parados, ele quer que se divirtam e depois passem por aqui.”
“Mas estou bem aqui. Não estou incomodado, obrigado.”
“Vocês estão atrapalhando a passagem… vão embora!”
“Não estou não. Tem muito espaço”
“Mas EU não quero você aqui. Saia.”
“Se Davis não quiser me dar um autógrafo é decisão dele. Nem sei se quero mais. Mas você não manda em ninguém.” (acho que não avisaram ao agente de Davis que a América do Norte não é o único lugar com liberdade de ir e vir no mundo.)
Nesse meio tempo, antes do agente ter uma resposta, chega Davis sem dar nenhum conhecimento ao bate-boca, começa a atender a fila que não poderia existir, mas que já tinha sido invadida por pessoas que não estavam por lá antes, em seus prints nenhum desenho Marvel ou DC, ou mesmo outros dos memoráveis personagens que contaram com seus traços durante anos, seus autógrafos uns garranchos com uma caneta falhando sem nenhuma consideração, assinar o nome do fã muito dificilmente fazia, mesmo com vários pedidos. Pena, senti que ele mais estragou minha capa de "Excalibur" do que assinou. Pensei que poderia ser devido ao stress do agente ou coisa do momento, mas nos dois dias que voltei na CCXP e passei pelo estande vi filas de fãs reclamando tanto do artista quanto do tal agente, pelo menos não foi somente quando eu estava lá. Talvez não seja eu a ser perseguido por essas situações no final de contas!

Em compensação, tive contato com um dos mais carismáticos profissionais da área que já vi. Tratou os fãs com tanto carinho e atenção que sempre se viam sorrisos em sua volta. Na sexta, minha esposa, cujo domínio da língua inglesa se resume ao básico, não se furtou a dizer: “Bill… I love you...” e a resposta do famoso Bill Sienkiewicz  (conhecido no Brasil como “Bill sopa de letrinhas” ou “5 e 20”) foi: “Obrigado, Se já não estivesse feliz de ter vindo isso já valeria a viagem”. Um gentleman. Fui ao evento com a família, meu filho com um cosplay de Calvin com direito a um Haroldo de pelúcia (não, não me vesti de Haroldo “real” como queriam alguns desejosos de rir de minha cara. Fui de pai de Calvin que é meu “cosplay” para trabalhar todos os dias. E pude dar mais atenção aos estandes da Warner, com suas fotos interativas e exposições de trajes originais dos filmes e séries DC, do Harry Potter, dos Brinquedos Estrela com um Genius e um Autorama gigantes, da Disney com o lançamento do filme "Moama", da MSP com a presença do Mauricio, da Hotwhells com a pista de obstáculos para crianças que fascinou meu filho, da Omelete com seu dragão gigante, da Riachuelo Geek só com camisetas legais, da Finni e seus brindes de balas e jujubas, das estátuas do Cartoon Network nas praças de alimentação, dos estandes com brincadeiras, música e dança além dos cosplays. Esse ano um festival de Coringas e Arlequinas com visual do filme "Esquadrão Suicida" para deleite do meu pequeno que prefere o “Coínga” ao Batman. Mas tinha mangás, alienígenas, super heróis, cartoons… de tudo um pouco!

O sábado, muito mais cheio, me lembrou a falta de espaço das edições passadas, mas era mais gente mesmo. Um tempo para gastar um dinheirinho na Comic Hunter, na Zarabatana e no Artist Alley. Além de ver a apresentação da coleção de Cards DC que a Panini vai lançar (estão apostando na volta da moda dos cards dos anos 90). Em resumo, um evento mais espaçoso e organizado com mais respeito aos fãs do que em edições passadas, em direção ao épico do bordão, o tempo também ajudou, nada do calor do primeiro ano ou da chuva do segundo. Uma temperatura agradável todos os dias. No final de meu 3º e último dia (domingo tinha que ficar com esposa, filho e enteado: Afinal era viagem em família) voltei para o metrô no transporte gratuito e sempre bem-vindo da Comic-Con. Um pouco decepcionado com Alan Davis (saudade do simpático García López) mas feliz com o evento. Ano que vem, não devo ir, acho (minha esposa tem dúvidas de minha decisão de não comparecer) e abril tem uma CCXP itinerante (em Recife, mais perto daqui de casa). Fica a certeza de que o evento “colou” e que veio para ficar, como disse Mauricio de Sousa em uma entrevista: "é um mercado que não tem crise, se alguém tiver um dinheiro sobrando e for fã, gastará em quadrinhos"!

Até+

PS: O "Submundo" agradece à mais esta colaboração especial do César Leal... Já que eu mesmo nunca fui numa CCXP (quem sabe um dia me sobre tempo e $$$ pra uma empreitada dessas, rs) agradeço então mais uma vez ao relato bastante detalhado do César (me senti lá: vivenciando tudo isso)! Valeu mesmo!

56 comentários:

  1. Matéria bacana, parabéns por ela e pelo passeio César.

    Olha confesso que tenho vontade de ir, mas todas as vezes que calculo a quantidade de quadrinhos e livros que posso comprar com a grana dos ingressos, passagem, alimentação e estadia, acabo desistindo, Leo.

    Abs,
    VAM!

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    1. Acaba sendo uma grana "lerda" mesmo... Acabei conciliando a ida a CCXP nos três anos com outras circunstâncias, mas não sei se vou conseguir fazer mais uma vez... rs...

      Cesar Leal

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    2. Tamos juntos! Legal, pero no mucho. rs

      Quando tiver aqui perto (e Riocentro não se enquadra), talvez eu vá em alguma. rs

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  2. Fala, Léo!
    Que relato do César Leal! Texto com muita densidade de informações e bem fluido. Um panorama deste evento que, sem dúvida, emplacou e tende a melhorar (se não sofrer do gigantismo e seus problemas correlatos).

    Qualquer edição futura,irei com meu filho.

    Sobre o Alan Davis, acho complicado julgar, pois sempre existe a possibilidade do cara estar passando por alguma situação pessoal/familiar negativa. Mas, a impressão deixada foi péssima.
    Já seu trabalho, impressiona pela longevidade em ótimo nível! Desenha tudo bem, parece o Byrne! (comprei sua edição da série Mestres Modernos)

    abs

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    1. Adoro o trabalho do Davis. Mas acho que a maior parte do mal estar é causada pelo agente dele... realmente intragável.E fazia questão de demonstrar o desdém pelo fã médio...
      Cesar Leal

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  3. Excelente!
    Alguns artistas infelizmente tem esse hábito como o grande Alan Davis...Mas no mais muito bom.
    Não vi essa parte dos cardápios cara, tem como você especificar? Tenho saudades daquele que a abril "dava" como os arquivos secretos.
    Grande abraço.

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  4. Também nunca tive tempo e $$$ para a CCX, mas a matéria deu para saber o quê rolou por lá. Muito bacana.

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  5. Leo e César;
    Também estive na CCXP e concordo totalmente com o relato. O Alan Davis foi uma grande decepção. Em compensação, o Frank Quitely é uma figura. Bem-humorado e bastante atencioso com os fãs. No estande da Abril tive a honra de conhecer Carlos Eduardo Herrero, criador do Morcego Vermelho, que esbanjou simpatia.
    Enfim, mais uma CCXP da qual eu voltei com a mala pesada e boas lembranças.

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  6. "Olha confesso que tenho vontade de ir, mas todas as vezes que calculo a quantidade de quadrinhos e livros que posso comprar com a grana dos ingressos, passagem, alimentação e estadia, acabo desistindo, Leo."


    E aí, VAM... blz?

    Eu tbm gostaria de ter ido numa CCXP... Mas ainda não tive a oportunidade pra isso. E não falo apenas de dinheiro, mas TEMPO tbm (já q na minha rotina de trabalho não consigo fugir dos compromissos na hora q eu quero - minha viagem à Sampa em outubro foi pq "surgiu uma chance" devido à negócios q tive q resolver em SP: Mas não foi uma data de minha escolha e não teve nenhum evento rolando na ocasião)!

    A questão financeira tbm pesa bastante... Eu até poderia tentar entrar no evento com um crachá de "imprensa", mas mesmo assim as despesas q eu teria ainda envolveriam: Passagem de avião (de 300 a 500 na "promoção"), hospedagem (o hotel mais fuleiro onde fiquei perto da Av. Paulista já me custou uns 150 a diária - e estamos falando de 4 a 5 dias), transporte (devido às longas distâncias gasta-se mto em SP com: Busão, metrô, e Táxi/Uber). E fora a verba (CONSIDERÁVEL) q eu teria de separar pra gastar no evento em si... Com menos de uns 2 ou 3 MIL não se faz mta coisa numa CCXP!

    Enfim... Numa hora dessas (sabe-se lá qdo) eu tento de novo, rs!

    Abs!

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  7. "Que relato do César Leal! Texto com muita densidade de informações e bem fluido."


    E aí, Victor... blz?

    O César é sempre um ótimo narrador (haja visto suas colaborações anteriores aqui no blog) e seus relatos detalhistas parece q nos fazem vivenciar essas situações todas. Eu tava esperando ansioso por esse relato, rs!

    Ainda pretendo ir numa das próximas edições (se eu conseguir até lá juntar uma boa reserva $$$ e organizar melhor meu cronograma de trabalho). Se eu tivesse sorte, gostaria mto de conhecer o Garth Ennis num desses eventos (de toda a indústria de HQs, é dele o autógrafo q mais me faria enfrentar as agruras de uma FILA, rs)!

    Qto ao Alan Davis... Pegou mal pra caramba a atitude antipática dele (acabou sendo - disparado - o ponto negativo MAIS comentado nas redes, rs)!

    Abs!

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  8. "Não vi essa parte dos cardápios cara, tem como você especificar? Tenho saudades daquele que a abril "dava" como os arquivos secretos."


    A Abril tinha um monte de folders e material promocional legal q vinha nas revistas... O tipo de propaganda q era sempre mto bem-vinda pelos leitores, rs (ainda mais em tempos sem internet pra sabermos das futuras novidades)!

    Abs!

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  9. "Também nunca tive tempo e $$$ para a CCX, mas a matéria deu para saber o quê rolou por lá. Muito bacana."


    Valeu mesmo... Tbm nunca tive a oportunidade (tempo e $$$) de poder ir numa CCXP, mas gosto de ler esses relatos até pra ter uma noção mínima do q rola por lá (e ir tentando entender melhor o funcionamento de algumas regras e macetes - pra evitar problemas e dores de cabeça se um dia eu conseguir ir, rs)!

    Abs!

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  10. "Também estive na CCXP e concordo totalmente com o relato. O Alan Davis foi uma grande decepção. Em compensação, o Frank Quitely é uma figura."


    E aí, Dr. Jones... blz?

    Uma pena mesmo q o Davis tenha se queimado dessa forma devido à uma postura q não combina (ou não deveria combinar) em nada com um evento de artistas E fãs (o clima deveria ser de total camaradagem e cordialidade entre ambas as partes - sem estrelismos e soberba, rs)!

    Pelo menos o lado bom é q nem todos os artistas agem dessa forma grosseira com os leitores... E parece q o Simon Bisley era outro gente-finíssima (q nem o Quitely): Ao contrário do Davis, cujos relatos negativos se espalharam pela internet, o Bisley foi só elogios (em todos os veículos q acompanhei)!

    Legal vc ter conhecido o Herrero (dizem q um encadernado do "Morcego Vermelho" pode estar vindo por aí, será)? Seja como for, o Herrero é um dos raros artistas Disney da velha guarda (ainda vivos) q eu gostaria de conhecer tbm!

    Abs!

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    1. E ae Leo, blz?

      Realmente, um dos pontos baixos da CCXP foi o comportamento do Alan Davis. Sou grande fã do trabalho dele e no momento do autógrafo ele sequer conversava com vc, só fazia um rabisco na capa e te despachava ( o parceiro dele Mark Farmer era gente finíssima e de certa forma compensava a postura antipática do Davis).

      Infelizmente eu não tinha nada do Bisley pra autografar e os prints dele acabaram rapidamente, então nem pude pegar um autógrafo dele mas vi, por todos os relatos, que ele foi super cordial com os fãs. Outro gente finíssima foi o Quitely, um verdadeiro Gentleman, uma pena que a distribuição de senhas pra ele foi um pouco má organizada e quando cheguei ao evento já haviam esgotado. Felizmente pude conversar com ele pessoalmente e ele autografou minha Grandes Astros Superman sem problema nenhum.

      Bem, também fiz minha cobertura do evento (que não foi tão abrangente quanto a do Cesar, já que foquei mais no Artist Alley) e vou deixar aqui pra quem quiser dar uma olhada.

      http://www.justicageek.com.br/o-que-rolou-na-ccxp-2016/

      Abs!

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  11. Ótimo relato do evento, também fui a CCXP e foi uma experiência incrível!
    Realmente é fantástico que "estamos" conseguido fazer um evento desse porte, já se tornando uma das Comic Con mais importantes do mundo!
    Sobre o Alan Davis, acho que foi uma rara excessão que não ficou insatisfeito (com razão) sobre como ele estava. Ele autografou minha edição do Capitão Britânia com meu nome, e até que foi modestamente simpático.
    Uma foto da minha edição autografada:
    http://i.imgur.com/fi8dJmf.jpg
    Infelizmente você não é o único que reclamou sobre o Alan, lá na fila dele (eu pegeui autógrafo dele na quinta, logo após entrar) mesmo assim já havia pessoas reclamando sobre o traço do autógrafo, algumas vezes fraco e falhado.
    Bom pelo menos a minha experiência com ele não foi ruim, mas lamento de verdade pela experiência dos outros fãs.

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    1. Acho que grande parte do mal estar do Davis foi devido ao nível de educação de seu agente... posso estar enganado mas não ví ninguém que não tivesse ficado com o pé atrás com o tal agente... As pessoas eram tratadas de qq jeito se não estivesse para comoprar uma comission e já ficavam desanimadas...
      Cesar Leal

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  12. Olá, Leo,

    Bacana o relato do César. O problema de autores estrangeiros é que nem sempre dá pra saber quem é gente fina e quem não é. Já vi reclamações lá fora de, além do Davis, Oliver Coipel, Esad Ribic, Ed Brubaker e Neal Adams, como verdadeiras estrelinhas. É um ponto negativo que dependendo do nível de má educação, me faz até querer evitar os gibis de tal fulano/a.

    Enfim, bacana!

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    1. Não conheço os outros, mas encontrei o Brubaker em um evento aqui em Portugal e ele era gente finíssima. Até dei de cara com ele do lado de fora do evento e a gente ficou batendo papo por meia hora. Aliás, na altura falei para ele abordar na mini Books of Doom, uma versão da origem do Dr. Destino que ele estava escrevendo na época, o motivo dele se chamar Dr. Destino, já que ele nunca terminou a universidade nem fez doutorado. O Brubaker de fato fez uma explicação para isso na HQ, embora, claro, eu não ouse dizer que foi por minha causa!

      Isso foi há dez anos, quando ele ainda era um argumentista relativamente pouco conhecido, vale dizer.

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    2. Olha, o Coipel eu tive a oportunidade de conhecer na primeira CCXp e o cara foi bacana. Estava em primeiro lugar na fila pq sabia que o Garcia Lopez iria para outro compromisso e fiquei de tocaia na fila que achei que se formaria no mesmo local e acabei sendo pego desprevenido no fato do cara falar português fluentemente, tem até um apartamento no Rio onde passa temporadas... Não tive problemas com ele...
      Cesar Leal

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  13. Essa do Alan Davis me reforça um conceito que eu tenho sobre artistas em geral, qualquer tipo de gente famosa. Se você gosta do trabalho da pessoa, atenha-se apenas ao trabalho, curta o que te faz bem, aproveite o que o cara criou e não busque nada além disso. Muitas vezes a pessoa pode nem ser mal educada (não estou dizendo que foi esse o caso), mas a expectativa que criamos é tão grande que qualquer motivo pode gerar uma decepção. E o ser humano cria expectativas, mesmo. Então, prefiro ficar no trabalho apenas e tentar deixar que isso seja o mais perto que eu chegue.

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    1. Bem... as vezes essa teoria não funciona tão bem, tento sempre não me chatear, mas não sem formar uma opinião da pessoa e como o mal educado maior foi o agente e não dou a mínima para o trabalho dele não deu para dar desconto... rs...

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  14. Nossa adorei o texto deu mais vontade de ter ido e raiva do davis kkk se deus quiser ano q vem vou ir (me mudo pra sampa) kkk

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    1. Lugar ótimo de morar em alguns aspectos, mas o nível de tentações pata um nerd é bem maior por lá...
      Cesar Leal

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  15. "Infelizmente eu não tinha nada do Bisley pra autografar e os prints dele acabaram rapidamente, então nem pude pegar um autógrafo dele mas vi, por todos os relatos, que ele foi super cordial com os fãs."


    E aí, Lucas... blz?

    É incrível como nessas horas (qdo quer e precisa) a Panini consegue lançar rapidamente e em tempo ágil um encadernado... Foi somente graças à chegada do Bisley q a Panini relançou o "Evangelho Segundo Lobo" (e da mesma forma, devido à presença do Miller, uma dobradinha: "Ronin" e "Elektra Assassina")!

    Já o Alan Davis, teve aquela ed. da Marsupial de "Mestres Modernos"... Mas apesar da antipatia e falta de cordialidade do artista, bem q a Panini podia aproveitar e tentar lançar o Vol. 2 de "Excalibur" (acredito q não o fizeram pq a ed. é dividida com outros artistas: Ron Lim, Marshall Rogers, e Arthur Adams)!

    E deixo aqui meus parabéns tbm pra sua matéria no site: "Justiça Geek" (no LINK acima)... Excelente texto e FOTOS (q armaduras bacanas aquelas do "Zodíaco", hein? Show de bola! Ótima matéria a sua!

    Abs!

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  16. "Realmente é fantástico que "estamos" conseguido fazer um evento desse porte, já se tornando uma das Comic Con mais importantes do mundo!"


    E aí, Gustavo... blz?

    De fato, a versão brasileira da CCXP parece ser uma das maiores do mundo sim (segundo fontes de outros sites - mesmo fora da área de HQs). É um feito impressionante qdo paramos pra pensar q um evento desse porte tenha acontecido num país q atravessa uma crise econômica pesada (com instabilidade e desconfiança no mercado, além da galera em sua maioria estar com a grana apertada)! Torço mto pra q continue assim, e q de repente eu consiga ir numa das próximas (ou até, q o sucesso da CCXP faça com ela se espalhe por outros estados - incluindo aqui o sul do país, rs)!

    E parabéns pelo seu autógrafo do Alan Davis... Pelo q pudemos ver (diante de inúmeros relatos aqui e em outras redes) vc pode se considerar com sorte por ter sido bem-tratado pelo artista, hehe!

    Abs!

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    1. Duvido que em outro país do mundo tenha 3 coleções de capa dura a venda simultaneamente nas bancas (além de uma cacetada de miniaturas e outras quinquilharias). rs

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  17. "Já vi reclamações lá fora de, além do Davis, Oliver Coipel, Esad Ribic, Ed Brubaker e Neal Adams, como verdadeiras estrelinhas."


    Oi, Lierson... Tdo bem?

    Nossa, eu não esperava isso do Neal Adams: Já q em todas as fotos q vejo dele ele tá sempre sorrindo e com cara de ser super-simpático (mas de repente pode ser só na hora da "foto", hehe)!

    Tbm não esperava uma postura assim do Brubaker e Ribic (gosto mto do trabalho de ambos: nos roteiros e arte)... Mas é bom ter cuidado mesmo com essas coisas, pois eu tbm sou do tipo q pega antipatia mto fácil diante da má-postura dos outros. Eu misturo os sentimentos de decepção e desprezo ao mesmo tempo por determinado artista (seja ele de HQs, cinema, ou música) conforme a gravidade dos atos (e da má-educação) q eles exibem!

    A minha "lista negra" do desprezo é extensa, rs... E inclui: Todd McFarlane, Will Smith, Russel Crowe, Paula Fernandes, MSP, e por aí vai!

    Abs!

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    1. Leo,
      O Neal Adams eu conheci na primeira comic con que fui nos EUA. Em nenhum momento ele foi mal educado ou desatencioso com os fãs. Ele só não é de dar papo. Ele autografava qualquer coisa comprada no estande dele (portanto nada de trazer comics de casa, hehe) e em alguns itens até desenhava junto como autografo. Tambem fazia sketches na hora, mas era caro.
      Eu achei ele seco, mas em nenhum momento ele me tratou desrespeitosamente.
      Já o Alan Davis....

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    2. Nel Adams e Jim Starlin gostaria muito de ver algum dia.. Quem sabe em alguma comic con, acredito que com o sucesso da CCXP e de possivelmente de sua versão itinerante teremos mais iniciativas por aí... A FIQ não anunciou ningu[ém ainda...

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    3. Leo,

      Dessa lista conheci o Coipel pessoalmente na CCXP em 2014 e ele é gente finíssima. Bem atencioso,conversava com os fãs (em bom português,já que é casado com uma brasileira e mora no Rio) e riu quando disse pra ele que a surra que o Thor deu no Homem de Ferro, e que ele desenhou, foi merecida. As vezes o artista está em um dia ruim e pode não ser tão gentil com os fãs, ou as vezes é simplesmente um babaca (como aparentemente parece ser o caso do Davis).

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  18. "Se você gosta do trabalho da pessoa, atenha-se apenas ao trabalho, curta o que te faz bem, aproveite o que o cara criou e não busque nada além disso."


    E aí, Leo... blz?

    Sabe, eu sou mto desse conceito tbm... Pois concordo q o leitor (na condição de fã e admirador do trabalho de um determinado artista ou escritor) irá fatalmente criar uma expectativa de q seu ídolo é um cara legal, simpático, gente-fina, e q seria um bom amigo pra dividir uma cerveja ou um chopp com a gente. Só q não é bem assim, e o cara pode não ser nada disso (mto pelo contrário): Pois não se sabe o q esperar da personalidade, caráter, e conduta social das pessoas (e nem todo artista saberá lidar com o sucesso e os fãs q virão a partir daí)!

    Pode ser uma experiência frustrante e decepcionante um simples e rápido minuto de uma sessão de autógrafos... Pois ninguém gosta de ver um ídolo seu cair no conceito!

    Abs!

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  19. "Nossa adorei o texto deu mais vontade de ter ido e raiva do davis kkk se deus quiser ano q vem vou ir (me mudo pra sampa) kkk"


    E aí, anderson... blz?

    Eu tbm fiquei com mta vontade de ir numa próxima CCXP... Apesar dos tumultos de público, filas, organização, e decepção com alguns artistas (rs): Ainda é um evento q eu acho q vale a pena conhecer e curtir nem q seja o passeio em si!

    Não sei se conseguirei ir no próximo ainda... Pois é bom a gente ir com uma certa reserva ($$$) né? hehe. Além do mais, pra quem é de fora do estado (SP) tem todo um planejamento externo envolvido: Passagem de avião antecipada, gastos com hotel, e organização pessoal (no meu caso: não posso simplesmente me ausentar por 4 dias e deixar minhas responsabilidades de trabalho pra trás, rs)!

    Abs!

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  20. AVISO aos LEITORES do "SUBMUNDO":

    A COBERTURA da CCXP AINDA NÃO ACABOU POR AQUI...

    Ainda hj (mais à noite) eu devo postar o relato do "CLAYTON": Q conseguiu encontrar (DE NOVO) o Frank Miller (e vários outros artistas)!

    Eu recebi agora o texto e as FOTOS q ele me mandou... E qdo eu voltar do trampo mais tarde eu posto aqui, blz? (vale a pena uma conferida por aqui depois)!

    ATÉ+

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  21. "O Neal Adams eu conheci na primeira comic con que fui nos EUA. Em nenhum momento ele foi mal educado ou desatencioso com os fãs."


    Valeu mesmo, Dr. Jones... Fico feliz em saber q o Adams é gente-boa então!

    E se algum dia eu tiver a oportunidade de angariar um autógrafo dele... Teria de ser comprando algo na hora pelo visto, rs! Se bem q "se" pudesse levar gibi de casa (e tivesse q escolher apenas 1) eu ficaria em dúvida entre: "Maiores Clássicos dos XM 5" e/ou "Lanterna & Arqueiro" (difícil pra mim decidir entre essas 2 séries dele)!

    Abs!

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    1. Leo, quanto ao Neal Adams, conheci ele ano passado na NYCC, e fui muito bem atendido, gostei de conversar com ele, bem diferente do que já tinha lido sobre ele. Quanto a dar autógrafos, ele autografa tudo o que comprar lá no estande dele, mas também autografa se levar algo por fora, cobrando 30 dólares por autógrafo. Peguei com ele um autógrafo no volume 1 do Lendas do Cavaleiro das Trevas.
      Na próxima oportunidade quero ver se encomendo alguma comission com ele, pra pegar no evento. E aí levo o Lanterna & Arqueiro e/ou o Superman vs Muhammad Ali pra pegar autógrafo também.
      Falando em Superman vs Muhammad Ali, em 2015 estive também na NYCC, e passei bem rapidinho no estande dele, mas na época não dei nem muita bola por causa da "fama" (ê arrependimento que me deu depois viu hehehe). Aí vi la uma edição gringa do Superman vs Muhammad Ali que ele tava vendendo, com 2 sketchs na contracapa, um Superman de um lado, e um Muhammad Ali do outro, muito foda. Se eu tivesse com grana teria levado hehehehe.

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  22. Rapaz! Mais um belo relato...

    E César,teu filhote mandou muito bem no cosplay. Eu ainda não fui a nenhuma edição da CCXP, pois quero muito ir com a família, e minha filha ainda tem 4 anos. Mas acho que ano que vem, com 5 e meio, ela já suportará ao menos um dia de aventura, rsrs.

    Um abraço Leo e César!

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    1. Ele adorou ir fantasiado, fui alguns dias antes dele completar cinco anos e te digo uma coisa... fui com ele um só dia com apoio da mãe, do irmão mais velho e da avó e mesmo assim foi barra segurar o guri... rs...

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  23. "Aliás, na altura falei para ele abordar na mini Books of Doom, uma versão da origem do Dr. Destino que ele estava escrevendo na época, o motivo dele se chamar Dr. Destino, já que ele nunca terminou a universidade nem fez doutorado."


    Oi, Hunter... Hahaha, de fato: O q tem de "professores", "doutores" e "mestres" SEM diploma entre os vilões de gibi: não tá no gibi, rs!

    Mas só por curiosidade... qual foi a explicação do Brubaker pro "Destino" se intitular "Doutor"? (não li essa HQ)!

    Abs!

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    1. Ele viu uma reportagem na TV com o "DOUTOR Reed Richards" e depois disso exigiu que seus discípulos o chamassem de doutor. ;-)

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  24. "E César,teu filhote mandou muito bem no cosplay. Eu ainda não fui a nenhuma edição da CCXP, pois quero muito ir com a família, e minha filha ainda tem 4 anos."


    E aí, Marcio... blz?

    Imagino q qq criança nessa idade deva PIRAR num evento desses, hein? hehe... Qdo eu era moleque (nos anos 70) nunca me esqueço do dia em q a minha mãe me levou no aeroporto pra ver: "A chegada do Homem-Aranha" (era apenas um carinha fantasiado e patrocinado pelas lojas "Renner" - ou seria a finada "Mesbla"? Já nem lembro direito - Só sei q consegui um autógrafo do "Aranha", rs)!

    Agora... Uma CCXP: Pra uma criança pequena deve ser o equivalente à uma viagem ao espaço, rs!

    Abs!

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    1. Foi engraçado, ele de início ficou coom muito receio de um Batman que estava por lá, mas abraçou todos os Coringas que viu... Risos... E adorou "conhecer" a Velma do Scooby Doo... Foi fantástico...

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  25. "Dessa lista conheci o Coipel pessoalmente na CCXP em 2014 e ele é gente finíssima. Bem atencioso,conversava com os fãs (em bom português,já que é casado com uma brasileira e mora no Rio)"


    E aí, Lucas... blz?

    Puxa, dessa eu não sabia... Q o Coipel é casado com uma brasileira (e q mora no Rio). Ele deve ser meio recluso então (ou avesso à badalações) já q por morar aqui, imagina-se q seja mais fácil o acesso ao artista pela mídia especializada pra entrevistas e bate-papo (e não se vê essas coisas rolarem com o Coipel)!

    Qto ao mau-humor dos artistas... não se justifica: Pois tbm tenho dias ruins (BEM ruins) às vezes, e isso nunca foi motivo pra destratar as pessoas (mto menos aquelas q são FÃS - não q eu os tenha, rs: mas "imagino" - hipoteticamente - q um fã merece mais respeito ainda q um desconhecido qualquer)!

    Abs!

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  26. "Ele viu uma reportagem na TV com o "DOUTOR Reed Richards" e depois disso exigiu que seus discípulos o chamassem de doutor. ;-)"


    Nossa... Simples assim, Hunter?

    Nem ao menos "forjar" um diploma de "doutor" q fosse? Acho q o Destino não sabe o qto é fácil conseguir um diploma aqui no Brasil, rs! Ele podia vir aqui à passeio e em 15 minutos já saía com um diploma em mãos, hehe!

    Abs!

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  27. Forjar? FORJAR?!? DESTINO NÃO É UM RELES FALSIFICADOR!!!



    Agora falando sério, Stan Lee dizia que quando o Destino chegou ao poder, certamente as universidades da Latvéria fizeram fila para lhe dar doutorados honorários...

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    1. Aí sim... Titio Stan sempre com uma boa explicação pra tudo!

      Abs!

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    2. Só tem uma questão aí, ele assumiu o nome de Dr. Destino ANTES de tomar o poder na Latvéria, quando ainda estava com os monges que forjaram sua armadura.

      Olha só:
      http://cdn1us.denofgeek.com/sites/denofgeekus/files/styles/article_width/public/doomorigin.jpg

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    3. Eita... Essa história do "doutorado" continua mal-explicada então: Pois nessa imagem acima ele realmente já se auto-intitula assim logo q põe a máscara!

      Aliás, só a nível de curiosidade... O "Dr. Destino" teve 2 origens oficiais por Lee/Kirby: Uma resumida em sua 1º aparição (4F nº 5) e outra estendida em "4F Anual 2" (q inexplicavelmente ainda permanece INÉDITA no Brasil - a img do LINK acima parece ser dessa HQ)!

      Abs!

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    4. A origem do Dr. Destino nunca saiu no Brasil?!? Putz...

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    5. Pior q não, Hunter... A EBAL pulava direto essas ed. "anuais" (e a RGE já começou a cronologia lá adiante - após as 6 ed. anuais de Lee/Kirby)!

      Aqui no Brasil ficamos apenas com o 3º anual do "4F" (O Casamento de Reed & Sue) e a história solo do "Surfista X Quasímodo" (secundária no "anual 5")! O leitor brasileiro não conhece a VERDADEIRA origem do "Dr. Destino", a 1º aparição do "Homem-Psíquico", e não viu o "Nascimento de Franklin Richards" (na 1º aparição do "Aniquilador")!

      Abs!

      Excluir
    6. Podiam fazer mais uma ed. temática da CHM só com confrontos entre "4F X Destino"... Material bom (e da fase Lee/Kirby) não falta pra isso!

      Abs!

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  28. "Na próxima oportunidade quero ver se encomendo alguma comission com ele, pra pegar no evento. E aí levo o Lanterna & Arqueiro e/ou o Superman vs Muhammad Ali pra pegar autógrafo também."


    E aí, Vinícius... blz?

    Parabéns pelo autógrafo do Neal Adams... Vc fez uma ótima escolha com o Vol. 1 do "Batman". No meu caso, se fosse eu a ter a chance de um autógrafo dele e tivesse apenas 1 gibi pra escolher, acho q eu iria na 1º ed. de "Lanterna & Arqueiro" (até pra aproveitar a capa de fundo branco da versão anterior da Panini, rs)!

    Mas tbm teria sido uma escolha fantástica a ed. do crossover "Super X Ali"... Q por sinal, eu perdi qdo saiu a 1º vez pela Panini e tô na espera de uma republicação!

    Um sketch dele com o "Monolito-Vivo" (representando sua passagem pelos "X-Men") tbm não seria nada mal, hein?

    Abs!

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    1. Aquele volume 1 (e único) do Neal Adams em capa dura é perfeito para um autógrafo.

      Além de ser branca, o autógrafo dele ao lado da assinatura impressa seria sensacional!

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    2. Ficaria perfeito mesmo, SEMI... Até parece mesmo aquelas capas especiais de eventos (feitas pra autógrafos, rs)!

      Mas não tenho essa (pulei na época e parti direto pra fase Adams do Bátema em "Lendas")!

      Abs!

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